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Durinho vibra com primeiro nocaute no UFC

Quarta, 20 Setembro 2017 17:18

Gilbert Durinho avisou, durante a semana que antecedeu sua última luta, que o período longe do octógono serviu para ele evoluir em pontos importantes de seu jogo. A trocação era um deles, e a comprovação do aviso aconteceu dentro do octógono. No segundo round do combate válido pelo UFC Fight Night 116, no último sábado, dia 16 de setembro, o brasileiro mandou Jason Saggo à lona em nocaute. Foi seu primeiro triunfo desta maneira na organização.

O combate em Pittsburgh, nos Estados Unidos, recolocou Durinho na fila dos vencedores da categoria peso-leve (até 70,3 kg). Após três vitórias por finalização e uma por pontos pelo UFC, ele acrescentou o quarto nocaute no cartel, que registra o total de 12 vitórias e apenas duas derrotas. De volta para casa, é hora de celebrar.

“Fiquei amarradão com minha vitória, meu primeiro nocaute no UFC. Fiquei ainda mais feliz por conta da minha evolução. Passei um ano sem lutar, então deu tempo para evoluir bem. Eu tinha a ideia de botar para baixo e finalizar, mas fui me sentindo à vontade de pé, vi que os golpes começaram a entrar, então fiquei tranquilo. O nocaute foi resultado de muito trabalho diário na academia, meta após meta, e deu tudo certo”, comemorou.

O trabalho árduo nos treinamentos foi sob a batuta de Henri Hooft, responsável pela trocação do brasileiro. A parceria de treinos de longos anos com o treinador recentemente ganhou a participação de Vicente Luque, lutador brasileiro meio-médio (até 77,1 kg) do UFC. “O Henri me ajuda muito, temos uma sintonia muito boa. É treinador, amigo e sócio. Todos os meus companheiros de treinos me ajudam muito, mas a energia do Henri e do Vicente foram fundamentáveis para essa vitória”, garantiu.

E foi do córner que Henri Hooft orientou Durinho ao nocaute. Após estudar o oponente e subir no octógono confiante na finalização, o brasileiro mudou a estratégia após determinante conselho do treinador.

“Quando estava no aquecimento, o Henri disse que meu cruzado de direita é muito forte. Disse que, se eu acertasse, o Saggo iria cair. Também falou para eu não ficar procurando só isso, mas para confiar nesse golpe. No intervalo do primeiro para o segundo round, ele falou de novo, me pediu para buscar mais o cruzado por cima do jab. Demorei um pouco para achar a distância, fomos para o chão, mas no finalzinho do round eu consegui encaixar o golpe que o Henri tanto estava falando”, explicou, aos risos.

Próximo adversário à vista

Durinho abriu a noite de lutas do UFC Fight Night 116. Pouco depois, pela mesma categoria, Olivier Aubin-Mercier também subiu no octógono e bateu Tony Martin por decisão dividida dos juízes laterais. Foi a terceira vitória consecutiva do canadense, e o brasileiro acredita que seus caminhos possam se cruzar em breve.

“Quero lutar novamente até dezembro, fazer mais uma luta em 2017. Até pelo fato de termos lutado no mesmo dia, acredito que um bom oponente para minha próxima luta seja o Olivier Aubin-Mercier. Assisti ao combate dele e sei que ele é um cara duro. Está embalado por três vitórias, então, caso ele tope, vamos lutar”, analisou.

Ainda na mágica noite que viveu no último sábado, Durinho sofreu uma pequena luxação no tornozelo direito, fruto dos chutes desferidos em Saggo. Após ser consultado, a lesão o forçou a deixar um importante compromisso agendado para este final de semana, o ADCC, que acontece em Helsinki, na Finlândia.

“Eu tinha que lutar o ADCC neste final de semana, mas tive uma pequena luxação no tornozelo. O médico do UFC examinou e disse que não era nada demais, mas que preciso de duas semanas para me recuperar totalmente. Por isso, infelizmente, não poderei lutar no ADCC”, encerrou.

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Durinho destaca evolução para volta ao UFC

Quinta, 14 Setembro 2017 14:24

O angustiante período ausente do octógono está chegando ao fim para Gilbert Durinho. Neste sábado, dia 16 de setembro, ele retorna à ativa para medir forças com Jason Saggo no card do UFC Fight Night 116, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Válido pela categoria peso-leve (até 70,3 kg), o embate coloca frente a frente dois especialistas em jiu-jitsu, mas a novidade do brasileiro é a evolução completa em seu jogo. O Combate transmite o evento, ao vivo, a partir das 20h (horário de Brasília).

Em pouco mais de três anos como atleta do UFC, aos 31 anos de idade, Durinho se prepara para seu sétimo combate pela organização. Com quatro triunfos nesse período, ele precisa de nova boa apresentação para voltar ao lugar de vencedores da acirrada categoria. Em sua última luta, em 24 de setembro do ano passado, um revés diante do também brasileiro Michel Trator.

Ciente da necessidade da vitória, o líder e representante da equipe Combat Club tratou de otimizar o período sem luta para evoluir em seu jogo. Destaque para sessões de treinamento acompanhado por nomes como o ex-campeão da categoria meio-médio (até 77,1 kg) do UFC Robbie Lawler, o ex-dono do cinturão dos médios (até 83,9 kg) Luke Rockhold, que encabeça o card em Pittsburgh, e Vicente Luque, representante brasileiro entre os meio-médios do Ultimate.

“É ruim ficar sem lutar por muito tempo, mas isso acabou sendo bom para mim. Perdi minha última luta por detalhes, e analisei tudo o que aconteceu para corrigir minhas falhas. Hoje, sou um lutador melhor. Evoluí, principalmente, no boxe e no wrestling, além da parte física. Treinei com alguns dos melhores do mundo, evoluí bastante assim. Tudo isso me deixa ainda mais animado para lutar logo”, avisa.

O tempo longe do octógono seria menor para Gilbert Durinho, natural de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Escalado para encarar Paul Felder no UFC 208, em fevereiro deste ano, o fluminense foi forçado a deixar o combate por conta de uma lesão no cotovelo direito. Totalmente recuperado, ele aproveitou para desafiar alguns atletas da categoria, antes de ter o compromisso confirmado contra Saggo.

“Durante esse período, tive algumas opções de luta, mas nenhuma delas se concretizou. Chamei o Joe Lauzon para lutar, mas acabou não acontecendo também. Não é desrespeito nenhum a ele, apenas acredito que ele é um cara duro, com bom nome, um adversário ideal para meu momento. Minha vontade era encara um bom lutador de jiu-jitsu, e acabei sendo atendido com o Jason Saggo”, conta o brasileiro, que terá a companhia em seu córner de Henri Hooft, Greg Jones, seu irmão Herbert e Vicente Luque.

De fato, o confronto é de dois especialistas em jiu-jitsu. Oriundo e campeão mundial da modalidade, o brasileiro finalizou sete de suas 11 vitórias no MMA profissional, sendo três delas já pelo UFC. Por sua vez, o canadense finalizou em oito oportunidades no cartel de 12 triunfos, nenhuma no octógono. Toda a evolução em áreas como boxe e wrestling deixa o brasileiro mais confiante para colocar seu jiu-jitsu em prática.

“O Saggo é um cara bem duro, que tem um bom jiu-jitsu. Ele também é bom em pé, mas suas principais armas estão no chão. Estou ciente disso, e sei que o chão é o melhor para mim, mesmo com todas as qualidades que ele tem. Eu vou botar pressão nele o tempo inteiro, mostrando meu boxe, minhas quedas. Estou pronto para dominar as ações, mas confio que vou finalizar essa luta no sábado”, analisa.

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A ansiedade de Gilbert Durinho para retornar ao octógono chegou ao fim. Sem lutar desde novembro do ano passado, o UFC anunciou que o próximo compromisso do peso leve será contra o polonês Lukasz Sajewski no dia 7 de julho, em Las Vegas, Estados Unidos, evento que terá como luta principal Rafael dos Anjos contra Eddie Alvarez pelo cinturão da categoria. O evento faz parte da programação da "Semana Internacional da Luta", que contará com três dias de eventos seguidos.

“Graças a Deus fecharam a luta. Eu estava pedindo por uma luta desde o início do ano e só marcaram para julho. Mas estou muito empolgado porque será na semana internacional da luta, que contará com várias disputas de cinturão. E, no final, foi bom essa demora, porque deu para treinar bastante e melhorar os pontos onde eu errei na minha última luta”, disse o faixa-preta de Jiu-Jitsu, que vinha embalado com dez vitórias até perder para o russo Rashid Magomedov no ano passado.

Assim como Durinho, o polonês Lukasz Sajewski também vem de um revés. Ele foi derrotado por Nick Hein em sua estreia no UFC, em junho do ano passado, e conheceu a sua primeira derrota após engatar 13 vitórias. O brasileiro já começou a estudar o jogo de seu oponente e revelou um fato curioso: um treino com Sajewski em um seminário que realizou na Polônia.

“Recentemente eu dei um tour de seminários em vários países da Europa, e um desses países foi a Polônia. Nesses seminários sempre mostro muitas posições e técnicas que me ajudaram em competições e, no final, a galera sempre pede para rolar comigo. O Lukasz estava lá, e eu nem sabia que ele era do UFC. Eu rolei com todo mundo, inclusive com ele. Mas, para ser bem sincero, eu nem lembro como foi o treino, porque rolei com muita gente. Eram mais de 80 pessoas no seminário. Só lembro que todos os caras tinham um nível muito bom e eram muito fortes”, revelou.

Gilbert Durinho ainda terá dois meses pela frente para estudar melhor seu adversário, mas está ansioso para mostrar que aprendeu com os erros em sua última luta.

“Ele é um cara bem duro. E sei que ele gosta de chão. A minha expectativa é por vitória. Na minha última luta eu amarguei a minha primeira derrota. Foi um aprendizado tremendo e estou doido para mostrar que aprendi com os meus erros. Muitas vezes não aprendemos tanto na vitória quanto aprendemos na derrota. Eu aprendi muito! Consegui avaliar a minha carreira, olhar os pontos onde eu preciso focar mais e melhorar. Essa luta eu quero mostrar um jogo mais eficaz. Estou com fome de vitória”, encerrou.

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Peso leve do UFC, Gilbert Durinho está ansioso para voltar ao octógono. Sem atuar desde novembro do ano passado, quando conheceu a sua primeira derrota na carreira diante do russo Rashid Magomedov no UFC São Paulo, o carioca vem treinando forte para corrigir os erros cometidos no duelo contra o russo. Radicado na Flórida, o faixa-preta está de olho no evento que o Ultimate irá realizar no dia 16 de abril em Tampa, na Flórida.

“Pretendo lutar em abril. O UFC me confirmou que eu lutou em abril, mas não confirmou em qual edição. Mas estou ansioso para voltar logo. Mudei o meu treinamento e melhorei muita coisa no meu jogo. Estou trabalhando bastante a parte de movimentação, a parte de defesa e de contra ataque. Eu não peguei uma luta antes porque queria corrigir os meus erros e evoluir. Mas abril é uma ótima data para voltar ao octógono”, disse o atleta da Blackzillians.

Lutar em abril seria o primeiro passo para Durinho atingir o objetivo que traçou para em 2016: conquistar três vitórias e entrar no top 10 da categoria dos leves do Ultimate.

“Pretendo fazer três lutas este ano, conquistar três vitórias e chegar ao topo da categoria. Como venho de derrota, não quero escolher ninguém, mas claro que prefiro alguém bem ranqueado e de nome para subir na categoria. Mas meu objetivo mesmo é embalar três vitórias e chegar ao top 10. Se eu tivesse vencido a minha última luta já estaria no top 15. Mas acredito que conquistando três vitórias seguidas este ano, estarei entre os tops da minha categoria”, encerrou o casca-grossa.

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O UFC anunciou esta semana o duelo entre Vitor Belfort e Ronaldo Jacaré para o dia 14 de maio, em evento a ser realizado no Brasil. O combate coloca frente a frente dois grandes nomes do MMA brasileiro que estão próximos de uma disputa de cinturão na categoria dos médios. Amigo de Belfort e fã de Jacaré, o peso leve do UFC Gilbert Durinho acredita que será um duelo de estilos, com Belfort levando vantagem em pé e Jacaré na luta agarrada.

“Esse duelo será de alto nível. O Vitor tem a mão muito rápida, um Boxe muito afiado. No início de luta, o Vitor tem uma vantagem maior porque tem uma explosão muito grande. Mas do outro lado tem um cara muito duro. O Jacaré é um cara que eu sempre me espelhei, sempre tive como um ídolo desde o meu início no Jiu-Jitsu. Sempre quis ser o Jacaré dos leves no Jiu-Jitsu e também no MMA. Ele tem um chão muito ofensivo e eu busco ser assim também nas minhas lutas”, disse Durinho.

Atualmente, Durinho não é mais o treinador de chão de Vitor Belfort - que deixou a Blackzillians no ano passado -, mas criou uma grande amizade com o “Fenômeno”, com quem começou a praticar o MMA. Campeão mundial de Jiu-Jitsu, Durinho cresceu acompanhando Ronaldo Jacaré nas compeitções de Jiu-Jitsu e se tornou um grande fã. Por isso, ele não gostaria que esse duelo acontecesse.

“Preferia ver o Vitor lutando contra o Anderson Silva... Mas o UFC acabou fechando essa luta, que será um confronto entre um amigo e um cara que sou fã. O Vitor é um grande amigo, comecei a treinar MMA com ele. Temos uma ótima relação. Não estamos mais treinando juntos. Eu continuei na Blackzillians e ele não faz mais parte da equipe, mas é um grande amigo. É uma luta bem complicada, são dois caras que eu gosto muito. Essa luta vai ser difícil de assistir, mas eu vejo uma vantagem para o Vitor na luta em pé, pois ele tem muita velocidade nas mãos. O Jacaré é um monstro no grappling, derruba bem, é finalizador, aguenta pancada, tem um preparo físico absurdo e é muito forte. Luta bem perigosa. Vitor leva vantagem em pé e na velocidade e o Jacaré na luta agarrada e no preparo físico”, concluiu Durinho.

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O anúncio de que Rafael Dos Anjos faria a sua segunda defesa de cinturão da categoria peso leve contra o irlandês Conor McGregor no UFC 197, programado para o dia 5 de março, em Las Vegas, provocou diferentes reações no mundo do MMA. Campeão dos penas, McGregor ainda não defendeu seu título, mas seu estilo falastrão o ajudou a “furar” a fila na categoria de cima. Para Gilbert Durinho, peso leve do UFC, o justo seria uma revanche contra José Aldo, mas ele acredita que a “furada” do irlandês será boa para promover a categoria.

“Como brasileiro e fã do José Aldo, o justo seria a revanche com o Conor McGregor, mas para o business do UFC será bom. O McGregor vai movimentar a categoria dos leves. Vai falar bastante e vender essa luta. Se a gente pensar no business, vai ser muito bom, vai promover a categoria. Claro que ele está furando a fila e isso nunca é bom, porque deixa os desafiantes da categoria esperando por mais tempo. Mas o McGregor, guardada as suas devidas proporções, é o Muhammad Ali da nova geração. É um cara que fala bem e faz. Muita gente pode ir contra, mas ninguém pode questionar os números que ele está trazendo para o esporte. E tudo o que ele fala, ele está fazendo. Então, temos que entender”, comentou Durinho.

Apesar de toda a movimentação que o irlandês já provocou com o anúncio da luta contra Dos Anjos, Gilbert Durinho aposta na vitória do brasileiro. Para o faixa-preta de Jiu-Jitsu, Rafael é superior tecnicamente, além de ser mais forte, e, por isso, é o favorito na disputa.

“Essa luta do McGregor contra o Rafael dos Anjos vai vender bastante. Mas será uma luta muito dura para o irlandês. O Rafael é o favorito, ele está em outro nível, é muito forte para a categoria, tem poder de nocaute e está confiante. O Rafael dos Anjos é um cara bem humilde e pés no chão, assim como o José Aldo. Muita gente falava que o McGregor ainda não tinha vencido de ninguém de nome, agora já não podem falar isso. Acredito que o Rafael Cordeiro vai montar uma boa estratégia para o Dos Anjos sair com a vitória. Ele é o favorito, vai vingar o Aldo e esse cinturão continuará no Brasil”, finalizou.

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Dono de uma rápida ascensão dentro do UFC, Gilbert Durinho vem se consolidando como um dos principais representantes do Brasil na maior organização de MMA do planeta. O niteroiense, que conquistou três vitórias desde sua estreia no torneio em julho do ano passado, estava escalado para enfrentar o norte-irlandês Norman Parke no UFC Goiânia, marcado para o dia 30 de maio, mas foi retirado do card por conta de uma lesão na costela. Apesar do contratempo, Durinho não acredita em muito tempo de afastamento, foca no duelo do companheiro Vitor Belfort pelo cinturão dos médios e vislumbra a possibilidade de encarar Serginho Moraes no segundo semestre em luta válida pela Copa Pódio, uma das principais competições de luta agarrada no país.

Motivado para retornar aos octógonos o mais rápido possível, Durinho fez questão de explicar como aconteceu a contusão. Com dez vitórias e nenhuma derrota até o momento, o lutador diz não ter predileção por adversários futuros e disse que para chegar ao topo da categoria está preparado para enfrentar qualquer oponente.

“Quando você treina para desempenhar seu melhor em alto nível, você está sujeito a sofrer lesão. É o normal do esporte, todo mundo já passou ou passará por isso. Fiquei chateado por ficar de fora do UFC Goiânia, mas bola pra frente. Estou motivado para me recuperar o mais rápido possível, não aguento mais ficar parado. Eu amo o que eu faço, lutar é a minha vida. Em menos de um mês estarei apto para voltar aos treinamentos. Eu fico bem tranquilo em relação a quem vou enfrentar no futuro. Eu quero ser campeão e para isso tenho que enfrentar os melhores. Procuro dar um passo de cada vez. Dessa vez, um cara de nome e conhecido seria ótimo. Vou estar pronto, pois sei que ele vai ter duas pernas e dois braços”, explicou. 

Em ótima fase no MMA, ele não esquece de suas raízes na luta agarrada, onde sagrou-se campeão mundial de kimono e bicampeão mundial sem kimono, e já planeja um novo duelo na modalidade. Em sua opinião, ter pela frente um adversário do nível de Serginho Moraes seria uma excelente forma de atrair ainda mais público para o torneio.

“A Copa Pódio tem sua próxima edição agendada para outubro, eu espero ser convocado. Eu sei mostrar os que os fãs de jiu-jitsu gostam, eu dou giro, vou pra cima, me movimento bem e sou finalizador. E quando você luta contra um cara como Serginho, por exemplo, o duelo flui. Ele também joga solto e com giro, os fãs querem ver isso. O Serginho tem um alto nível de jiu-jitsu, ele não foi campeão mundial na sorte. Seria uma luta eletrizante, temos características parecidas. Essa luta ainda vai atrair o público do MMA, nós estamos bem no UFC. Um combate sem kimono seria ideal”. 

Além de falar sobre os próximos passos de sua carreira, Gilbert Durinho aproveitou para comentar o próximo compromisso do amigo Vitor Belfort, que disputa contra Chris Weidman o cinturão dos pesos médios (84kg) do UFC no próximo dia 23 de maio. Confiante, o atleta da Blackzilians aposta em um nocaute do companheiro de treinamentos antes do terceiro round.

“O Vitor é um leão velho, né? Ele mesmo se apelida assim. O camp dele está ótimo. O Vitor tem motivação de sobra, vai disputar seu terceiro cinturão. Ele já viveu de tudo no MMA, nada o abala. O psicológico dele é muito forte. Sabemos da qualidade do Weidman e estamos preparados. O Vitor está trabalhando em silêncio, está pagando o preço. O Leão mal pode esperar a hora de caçar. Ele já tem o nome na história do MMA, só vai provar isso mais uma vez. Ele está perto de conquistar seu terceiro cinturão, o terceiro. É muita história. Estou muito confiante e aposto num nocaute do Vitor, mas não sei em qual round. Aposto que o Weidman não sobrevive até o terceiro”, concluiu.

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O palco do próximo duelo pelo UFC traz boas recordações a Gilbert Durinho. No Maracanãzinho, o atleta natural de Niterói, na Região Oceânica do Rio de Janeiro, derrotou Christos Giagos no UFC 179, com uma finalização espetacular que lhe rendeu o prêmio de perfomance da noite. Neste sábado, dia 21 de março, no UFC Figh Night 62, ele volta ao palco histórico para enfrentar o compatriota e estreante Alex Cowboy, substituo de seu adversário original, o norte-americano Josh Thomson, retirado do card devido a uma lesão. O combate, válido pela categoria peso-leve (até 70,3kg) seria o co-evento da noite, mas a mudança de nomes acabou alçando o embate entre Erick Silva e Josh Koscheck ao posto.

Aos 28 anos, o tricampeão mundial de jiu-jitsu está invicto no MMA, com nove triunfos em nove duelos, e compete profissionalmente desde janeiro de 2012. Naquele ano, ainda dando os primeiros passos no esporte, Durinho estava no córner do companheiro de treinos e amigo pessoal, Vitor Belfort, na vitória sobre Anthony Johnson, no UFC 142, na Arena da Barra, também no Rio de Janeiro, e se encantou com a torcida. Em outubro do ano passado, Durinho realizou seu sonho e agora tem nova chance de sentir o calor das arquibancadas e quer presentear o público com outro show.

"Eu sempre quis lutar no Rio de Janeiro pelo UFC, e no dia que eu acompanhei o Vitor, antes mesmo de entrar para a organização, essa vontade aumentou. Ano passado pude realizar isso e aquele dia 25 de outubro é inesquecível para mim. Entrei com todo o apoio da galera, uma sensação maravilhosa. Fiz o que queria, fui para cima e consegui finalizar rápido. Agora, não vai ser diferente. Eu não gosto de assistir luta chata, então não vou dar aos fãs uma luta chata. Vou para cima, dando pressão, e vou finalizar ou nocautear", afirma.

Gilberto Durinho admite ter sentido certa decepção ao saber que Josh Thomson, ex-campeão do Strikeforce e nono colocado no ranking do UFC, havia se machucado, dando lugar a Alex Cowboy, estreante na organização. "No primeiro momento que recebi a notícia, eu fiquei um pouco triste. Da noite para o dia, deixei de ter como adversário um top da categoria para encarar um estreante. Queria muito lutar com o Thomson porque, em caso de vitória, eu ficaria muito bem posicionado no ranking. Mas, depois fui pensando melhor, estudei o Cowboy e vi que ele é também um cara muito duro. Será um bom teste para ambos", analisa.

Alex Cowboy é natural de Três Rios, no Rio de Janeiro, e era um dos principais nomes dos eventos nacionais de MMA. Atleta da Tatá Fight Team, ele soma dez vitórias, um empate e apenas uma derrota na carreira. O estilo agressivo do adversário, voltado para a trocação franca, agrada Durinho, que vê algumas semelhanças com o adversário original, Josh Thomson. Na Blackzilians, ele contou com a ajuda em seu camp do norte-americano Ryan La Flare, protagonista do combate principal da noite contra o brasileiro Demian Maia. 

"Não mudei muita coisa no meu sparring depois da mudança de adversário. O Thomson tem uma trocação forte, assim como o Cowboy. Eles gostam de trocar a base de pé, só muda a intensidade que eles partem para cima, o Thomson é mais de esperar o momento exato e o Cowboy parte para a trocação franca. Fiz um camp muito bom, o Ryan LaFlare me ajudou demais nos sparrings e trocamos boas porradas durante esse período (risos)", finaliza.

Gilbert Durinho, no momento, não está posicionado entre os 15 primeiros do ranking do UFC. Ele tem duas vitórias na organização, uma na decisão unânime dos juízes, sobre Andreas Stahl, e a última diante de Christos Giagos, por finalização via chave de braço, ainda no primeiro round. Antes disso, no circuito nacional, ele havia finalizado outros cinco oponentes e nocauteado três, sem nunca ter passado do primeiro assalto.

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No dia 25 de outubro de 2014, Gilbert Durinho fazia sua primeira luta pelo UFC em solo brasileiro. E o palco não poderia ser melhor: o Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a poucos quilômetros do bairro onde viveu parte da adolescência, o Méier. No dia 21 de março, pouco menos de seis meses depois, diante do norte-americano Josh Thomson, o atleta da Blackzilians volta ao local onde finalizou Christos Giagos no primeiro round, para seu terceiro compromisso no octógono, pelo UFC Fight Night 62. 

O duelo diante de Thomson, válido pela categoria peso-leve (até 70,3kg), promete ser o mais difícil da carreira de Durinho. Seu adversário tem 36 anos e um extenso currículo no MMA. Ex-campeão do Strikeforce, evento posteriormente comprado pelo UFC, Thomson vem de duas derrotas polêmicas, para Ben Henderson e Bobby Green, e é considerado um dos principais nomes da divisão. O brasileiro, ainda não ranqueado entre os 15, vê a luta com bons olhos.

"Depois da minha última vitória, eu pedi por um adversário do Top 15, e agora tenho o sétimo do ranking pela frente. Estou em um card bom, com um adversário duríssimo, exatamente como eu queria. O Thomson é ex-campeão do Strikeforce, é muito experiente e tem um jogo perigoso. Ele é o maior desafio da minha carreira, e justamente por isso eu vou me dedicar para passar por cima dele", projeta.

Natural de Niterói, na Região Ocêanica do Rio de Janeiro, Gilbert Durinho estava cotado para lutar no UFC Fight Night 61, que acontece em Porto Alegre no dia 22 de fevereiro, no mesmo card de seu parceiro de treinos e amigo Cezar Mutante. Mas a identificação com a torcida carioca, que o empurrou para ganhar o prêmio de performance da noite com um arm-lock sobre Christos Giagos, fez o UFC mudar de ideia, que o escalou novamente para lutar no Maracanãzinho.

"Eu adorei sentir o apoio da galera do Rio em uma luta no UFC, estou feliz por ter a chance de voltar ao Maracanãzinho. Estreei nos Estados Unidos, foi bom, mas nada como lutar em casa. Quando vi o calendário do evento e vi que tinha uma edição em março no Rio, logo soube que poderia lutar nela. Aquele dia 25 de outubro foi inesquecível, e quero fazer do dia 21 de março ainda mais importante para mim e quem sabe entrar no ranking da minha divisão com uma vitória empolgante", afirma Durinho.

Preparação com alguns dos principais nomes do MMA

Para emplacar a terceira vitória consecutiva, se manter invicto na 10ª luta da carreira e colocar seu nome entre os melhores do peso-leve, Gilbert Durinho treina forte na Blackzilians. A academia, localizada na Flórida, nos Estados Unidos, tem como seus principais integrantes Vitor Belfort, Anthony Johnson, Rashad Evans e o brasileiro Cezar Mutante. Treinos de qualidade para um bom retrospecto no UFC.

"Agora com a data da luta e o adversário definidos, posso voltar meus treinos todos para o Thomson. Tenho um bom período de preparação, muita gente da equipe está com luta marcada e estamos nos ajudando. O Vitor (Belfort) estava com luta marcada para fevereiro, que infelizmente não vai mais acontecer, mas vai me ajudar muito mesmo assim. O (Cezar) Mutante luta em Porto Alegre, o Ryan LaFlare, companheiro nosso na Blackzilians, luta no mesmo evento que eu (contra Demian Maia), então treino em alto nível não vai faltar durante meu camp, e isso me deixa muito confiante", finaliza.

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Os fãs de jiu-jitsu têm compromisso imperdível para a noite deste sábado, dia 22 de novembro. No tatame da Copa Pódio, Gilbert Durinho e Leandro Lo vão protagonizar a Luta Especial da próxima edição do evento, que acontece no Ginásio do Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. O duelo não terá limite de tempo, nem contagem de pontos, e só pode ser declarado encerrado em caso de finalização. Os ingressos e os pacotes de transmissão pay-per-view para o evento estão à venda através do site copapodio.com.

Esta será a quarta vez que os atletas, dois dos mais vitoriosos do jiu-jitsu mundial, ficarão frente a frente em competição. Nas outras três oportunidades, Durinho levou a melhor. Para manter-se invicto frente ao oponente e pela necessidade da finalização para triunfar, o niteroiense garante que será intenso no combate.

"Estou muito ansioso para o desafio, com muita vontade de pisar no tatame e apresentar um grande espetáculo para os fãs. Sou espectador de jiu-jitsu, pago ingressos, pago pay-per-view, então sei o que o público sente quando assiste uma luta chata. Não vou dar isso para eles no sábado. Vou para cima, dar pressão o tempo inteiro até finalizar", avisa Durinho.

Do outro lado, a motivação parte dos resultados negativos. Sem nunca ter levado a melhor sobre Gilbert Durinho, Lo evoluiu desde as duas primeiras batalhas, ambas realizadas em 2011. Em 2013, novo encontro, mas desta vez sem quimono, e o triunfo ainda não veio. Desde então, a vontade de reencontrar seu algoz de outrora só aumentou.

"Queria muito enfrentá-lo novamente, comemorei quando chegou o convite. Será a primeira vez que luto sem limite de tempo, sem valer pontos, e só aceitei por ser contra o Durinho. Lutar contra ele me dá mais vontade de vencer", revela o paulista de 25 anos, completando com um paralelo entre o Lo de anos atrás e o que vai pisar no tatame sábado. "Hoje, sou outro lutador. Cresci, amadureci e agora carrego o rótulo de tricampeão dos leves da Copa Pódio. Estou mais experiente como faixa-preta, e isso vai me ajudar muito na luta contra o Durinho".

Em maio deste ano, na última edição da Copa Pódio, os dois poderiam ter se encontrado na final do GP dos leves, mas Gregor Gracie superou Durinho nas semifinais do torneio. Lo, na ocasião, se sagrou tricampeão. Agora, sem chances do fato se repetir, o embate enche de ansiedade até mesmo quem está acostumado a escalar em desafios os principais nomes da arte suave mundial.

"Sinceramente, estou morrendo de vontade de assistir Durinho x Lo. Como promotor estou satisfeito demais com a luta, e, como espectador, estou mais ainda. Vai ser incrível", confia Jeferson Maycá, organizador da Copa Pódio.

GP e desafios Brasil x Estados Unidos no card

Além do aguardado duelo entre Gilbert Durinho e Leandro Lo na Luta Especial, a próxima edição da Copa Pódio vai coroar ainda o campeão do GP dos médios da terceira temporada do evento. Felipe Preguiça, atual campeão do torneio, defende o título e inicia a caminhada no Grupo Amarelo acompanhado por Gregor Gracie, Patrick Gaudio, Thiago Sá e Erberth Santos. Na outra chave, o Grupo Verde, Luiz Panza, Cláudio Calasans, Diego Moreno, Diego Borges e Jon Satava lutam para destronar Preguiça.

João Miyao e o norte-americano Gianni Grippo se encaram em Desafio Sem Quimono e, assim como Durinho x Lo, sem limite de tempo. No primeiro Brasil x Estados Unidos da noite, Lucas Hulk e Tim Spriggs medem forças no tatame do evento.

Copa Pódio / GP dos Médios - Serviço
Data: sábado, 22 de novembro de 2014
Local: Ginásio do Botafogo - Rua Venceslau Brás, 72 - Rio de Janeiro
Horário: 18h (horário brasileiro de verão)
Transmissão: copapodio.com, através do sistema pay-per-view

Luta Especial
Leandro Lo x Gilbert Durinho

Desafio Sem Kimono
João Miyao x Gianni Grippo

GP dos Médios

Grupo Amarelo: Felipe Preguiça, Gregor Gracie, Patrick Gaudio, Thiago Sá e Erberth Santos
Grupo Verde: Luiz Panza, Cláudio Calasans, Diego Moreno, Diego Borges e Jon Satava

Desafio Brasil x Estados Unidos
Lucas Hulk x Tim Spriggs

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A Edição 26 da Revista digital da Primeiro Round trás uma matéria especial  com a votação dos melhores do Ano no Paraná. Acompanhe!

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