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Mostrando itens por tag: capitão

O ano de 2017 definitivamente será inesquecível para o atleta Ricardo Guimarães. O representante da Chute Boxe, no bairro Santa Cândida em Curitiba fez cinco lutas de MMA, três amadoras e duas no profissional. Venceu todas elas por nocaute.

Guimarães tem 26 anos e tinha uma ocupação bem diferente das lutas antes de se dedicar ao MMA: Era "Ginete", ou seja, cavaleiro que monta em cavalos em rodeio:

"Como ginete eu sempre me machucava muito, então decidi treinar Muay Thai. Meu avô sempre dizia que eu era briguento, então queria ver se era isso mesmo".

Ricardo era muito desengonçado, segundo ele próprio, e achava que não levava jeito para as artes marciais. Porém, a opinião do Mestre Zito Seixas e do seu treinador, Glauco "Assassino" Campi, o fizeram mudar de opinião:

"Meu professor falava que eu deveria começar a lutar, que eu levava jeito pra coisa. O Mestre Zito dizia que eu tinha talento e força de vontade, e que isso seria um diferencial pra mim".

Mas tinha outro diferencial que o "Capitão América" também levou em conta: "Todos os meus amigos lutadores tinham namoradas bonitas. Resolvi lutar pra ver se eu também arrumava uma".

Guimarães conta o motivo do apelido:

"Quem me chamou assim a primeira vez foi o Mestre Zito. Eu estava treinando junto com o Vitor Camargo (Formigão), levei umas três joelhadas no peito e ao invés de recuar, fui pra frente. Zitão olhou para meu treinador e disse Assassino, quem seu atleta pensa que é, o Capitão América? Lembro disso até hoje, aí pegou".

Seja por conta de mulheres ou pelas palavras sábias dos seus treinadores, Ricardo Guimarães já é uma realidade no MMA brasileiro, e comenta qual o segredo que o levou a nocautear em todas suas lutas:

"Treino muito. Sou o primeiro a chegar na academia e o último a sair. Isso todos os dias. Desde que eu quis lutar e decidi que era isso que queria pra mim que sigo essa rotina. Quero poder lutar fora do Brasil, ser reconhecido pelas pessoas como alguém que veio lá de baixo e que possam se inspirar em mim. Quero poder dar através da luta uma vida melhor para minha família".

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O Brasil perdeu o cinturão peso-pena (até 65,7kg) do World Series Of Fighting (WSOF) com Alexandre "Capitão" Almeida na noite do último sábado, dia 30 de julho. Na edição de número 32 do evento, o brasileiro foi superado por Lance Palmer, um velho conhecido, de quem havia tomado o título da categoria em dezembro do ano passado. Assim como no primeiro encontro, o embate foi definido pelos juízes laterais, desta vez em decisão majoritária. O placar de 1 a 1 no desafio particular dos lutadores abre espaço para a trilogia entre eles, e essa é a vontade de Capitão.

A revanche entre o brasileiro e o norte-americano foi bastante equilibrada. Para Capitão, ele foi o vencedor por pontos, ficando sem entender a decisão dos juízes. Em sua análise, o tira-teima decisivo é o caminho natural para a categoria. "Não me vejo perdendo a luta do último sábado, muita gente me falou o mesmo logo depois, ainda no ginásio. Chutei bem, fiquei próximo de nocauteá-lo, enquanto não sofri susto nenhum. Mas, na decisão, ele me venceu, e eu já o venci. Então temos que nos enfrentar novamente para saber, de fato, quem é o melhor".

Durante o combate, Capitão adotou a estratégia de minar a movimentação do então desafiante com potentes chutes baixos, além de algumas combinações de socos. E, por pouco, ela não foi bem-sucedida. No terceiro round, o manauara conseguiu mandar Palmer à lona em knockdown, mas não conseguiu finalizar a luta com um nocaute. Porém, caso a trilogia seja confirmada, o plano de luta será repensado.

"Lutei bem, mas sei que posso render muito mais. Quase o nocauteei, achei que ele caiu apagado e até comemorei por uma fração de segundo. Tentei acabar com a luta naquele momento, mas não consegui. Fiz uma boa luta, mas, no próximo desafio contra ele, vou explorar mais meu jiu-jitsu", avisou o faixa-preta dono de 13 finalizações em seu cartel no MMA profissional.

Já ansioso para ter a chance de reconquistar o título do WSOF, Capitão pediu para seu manager comunicar ao evento sua vontade. Ele espera que a trilogia aconteça ainda este ano. "Saí da luta sem machucado algum, ao contrário do Palmer, que saiu bem castigado, com o rosto arrebentado. Isso prova que fui muito mais contundente e agressivo que ele. Luto contra ele novamente quando o WSOF quiser, e quero que essa luta aconteça ainda em 2016. Quero fechar o ano com meu cinturão de novo", encerrou.

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Após conquistar o título peso-pena (até 65,7kg) do World Series of Fighting, chegou a hora de defender o cobiçado cinturão para Alexandre "Capitão" Almeida. Neste sábado, dia 30 de julho, o brasileiro faz a co-luta principal do WSOF 32 diante do norte-americano Lance Palmer em Washington, capital dos Estados Unidos. O canal Esporte Interativo, através do EI Maxx 2, transmite o embate ao vivo, a partir das 23h30 (horário de Brasília).

Nova luta pela frente, mas o adversário é um velho conhecido de Capitão. Palmer era campeão da categoria e teve seu título tomado pelo manauara de 27 anos em dezembro do ano passado, em luta decidida de forma unânime pelos juízes laterais. Agora, porém, o atual campeão imagina que o reencontro não irá durar muito tempo.

"Eu estou me sentindo muito bem, fiz um excelente camp, bem diferente da vez em que lutei contra o Palmer. Naquela época, estava com uma lesão na costela, e isso me atrapalhou. Agora, estou pronto, 100%, e vou nocautear no primeiro round", almeja o lutador, dono de um cartel profissional com 18 vitórias e apenas cinco derrotas.

Morando há um ano em Las Vegas, nos Estados Unidos, Capitão superou a desconfiança no primeiro encontro com Lance Palmer, quando era azarão, e hoje é o dono do cinturão do WSOF. Sem pressão como desafiante, sem pressão também como campeão. "Não me deslumbro por título, então nada mudou para mim com relação aos treinos. Não treinaria menos por ser campeão. Pelo contrário, passei a me dedicar ainda mais. Não tenho pressão sobre os ombros. Estou à vontade como campeão, e assim vai continuar", garante.

Alexandre Capitão representa a equipe Syndicate MMA, e desde que passou a treinar nos Estados Unidos evoluiu consideravelmente exatamente no ponto forte de seu primeiro desafiante: o wrestling. Ciente do perigo dos ataques de seu oponente, o brasileiro está totalmente seguro para soltar o jogo dentro do cage.

"O Palmer tem boas quedas, mas é só isso. Ele só me derrubou em nossa primeira luta por conta da minha lesão, não conseguia defender bem. Agora, caso ele consiga me derrubar, estou bem tranquilo. Trabalho bem meu jiu-jitsu de costas no chão, mas acho que ele não terá tempo para tentar me derrubar. Vou acabar com a luta antes disso", encerra o campeão, confiante em novo triunfo.

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O campeão dos pesos-penas Alexandre Capitão defende, pela primeira vez, o cinturão do Jungle Fight, no próximo dia 19, na edição de número 71 do evento, marcada para o ginásio do Canindé, em São Paulo.

O desafiante é ninguém menos que o invicto Renato Moicano, que no Jungle Fight 19, em 2010, estreou no MMA finalizando o próprio Capitão. Naquela época, o duelo apenas completou o card, que tinha como estrela principal o campeão mundial de jiu-jitsu Serginho Moraes, atualmente no UFC.

Alguns anos depois, a dupla reeditará o combate na luta principal do Jungle Fight 71, em um dos cards mais aguardados do ano. Com um leve favoritismo, Capitão aposta na preparação feita com o seu "exército" de companheiros em Manaus para sair vitorioso. 

"Confio muito no meu chão. Não me importo se ele é bom de chão, sei que o meu é bom, e é nisso que eu confio. Minha trocação evolui muito e me garanto em pé também. Treino com um exército de lutadores duríssimos como Mário Israel, Braga Neto, Rayner Silva, então estou muito bem preparado para essa luta.Estou muito confiante e espero dar um bom show ao público", afirma Capitão.

O manauara também falou sobre o primeiro encontro entre os dois, e atribuiu a derrota ao fato de não estar, na época, focado exclusivamente no MMA. 

"Acho que o preparo físico será muito importante para ajudar a vencer. Foi isso que faltou na primeira luta entre a gente, que eu não focava apenas no MMA. Antes desse evento tinha feito cinco lutas de jiu-jitsu na seletiva de Abu Dhabi uma semana antes de enfrentar o Moicano. Mas as coisas mudaram e agora ele vai enfrentar o Capitão de verdade", avisou o atual campeão, que possui um cartel de 16 vitórias e cinco derrotas.

Já Moicano acumula na carreira sete vitórias em sete lutas disputadas. O atleta de Brasília aposta em um combate equilibrado e completamente diferente do anterior. Para ele, o diferencial no combate será a evolução dos dois atletas ao longo dos últimos quatro anos. 

"A luta vai começar do zero. Acredito que evoluí em todos os aspectos da luta. Na nossa vida o objetivo é evoluir, seja como pessoa ou como profissional. E eu sempre estou em busca da minha evolução. Treino muito, às vezes quatro vezes por dia. Sempre me coloco no papel de aluno, sendo humilde para ouvir as pessoas e sempre aprender algo novo. Como em qualquer outro trabalho, todo dia a gente evolui. Sei que meu adversário está preparado, mas eu também estou. Vai sair vencedor quem tiver melhorado mais, se dedicado mais", aposta o desafiante.

O cinturão dos pesos penas não será o único em disputa no No Jungle Fight 71. Com a ida de Rodrigo Monstro para o UFC recentemente, o título dos meio-médios ficou vago, e será dado ao vencedor do duelo entre Itamar Rosa e Elizeu Capoeira, que fazem a co-luta principal do evento. O card ainda conta com outras lutas de tirar o fôlego, como o duelo entre a promessa Ismael Marreta e o experiente Fabiano Jacarezinho, válido pelos pesos-galos.


O Jungle Fight 71 será transmitido, ao vivo, para todo o Brasil, a partir das 21h pelo canal Combate, e a partir das 21h30 pelo SporTV. Os fãs da América Latina poderão acompanhar o evento através do canal ESPN Deportes. Confira abaixo o card completo do evento: 

Jungle Fight 71
Data: 19/07/2014
Horário: 20h30
Local: Ginásio do Canindé, São Paulo (SP)

Card Completo: 

Renato "Moicano" (Constrictor Team) X  Alexandre Capitão (Orion Fight Champ) - Cinturão 66 kg 

Itamar Rosa (Team Nogueira) x Elizeu Capoeira (CM System) - Cinturão 77 kg 
Bruno "Beirute" Tavares (Bronxs Gold Team)   X   Fabiano Soldado (XGYM) - 66 kg
Ciro "Bad Boy " (Kimura NU) x Lucio Curado (Popó Fight Team) - 70 kg
Diego "Faisca" Duarte (Kimura NU)  x David "Tata" da Silva (Colisão Jiu Jitsu)  - 61 kg 
Rene " Soldado" Pessoa  (Power Lotus Team) x  Marcus Nuguete Vinicius (XGym)   - 77KG     
Ismael "Marreta"Bonfim (Popó Fight Club) x Fabiano"Jacarezinho" da Conceição (XGym)  - 61 kg   

Erick "Parrudo" Barbosa (LG System / Gracie Elite Salvador)  x João Picirilo (Polemico Team) - 70 kg

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