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16 Ago

Cris Cyborg, campeã peso-pena do UFC, visita o Cristo Redentor no Rio e fala sobre a conquista do cinturão

  • Escrito por  Primeiro Round
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Cris Cyborg, campeã peso-pena do UFC, visita o Cristo Redentor no Rio e fala sobre a conquista do cinturão Divulgação

A recém-coroada campeã peso-pena do UFC Cris Cyborg visitou pela primeira vez o Cristo Redentor, ícone cultural e símbolo do Rio de Janeiro. Durante a visita, realizada na manhã desta quarta-feira, 16 de agosto, a brasileira aproveitou para fazer fotos com o seu cinturão no local. A visita da campeã pelo Brasil ainda passará por São Paulo e Curitiba.

Confira algumas declarações dadas por Cris Cyborg durante passagem pelo Rio:

Visita ao Cristo Redentor: “É emocionante estar aqui. Em todas as minhas lutas eu abro os braços e fico de joelhos agradecendo, mas nada como estar aqui e poder agradecer a conquista do cinturão. É tudo muito especial”.

Luta pelo cinturão peso-pena: “Quando eu lutei com a Tonya Evinger, eu estava bem tranquila. Eu pensei: ‘eu quero ganhar a luta, mas ganhar a luta num golpe limpo’. Não dar 100 socos, acertar 30 e acabou, mas dar 30 socos e acertar todos eles. Se já era difícil lutar comigo antes, agora ficou pior para as minhas adversárias, porque agora eu estou paciente, sei os lugares e momentos certos... Acho que mostrei um pouquinho mais do meu jogo para os meus fãs. Logicamente, eu queria acabar a luta o mais breve possível, mas ela é uma menina dura, que aguenta socos”.

Holly Holm: “Eu não tenho nada contra a Holly, eu sou até amiga da Holly, nós fizemos um filme juntas. Acho que ela é uma grande adversária e que poderíamos fazer uma grande luta. Vai ser uma luta que a galera vai querer ver. É algo que eu gostaria, mas eu nunca escolho adversária. Quem eles quiserem colocar para lutar a próxima luta, eu vou estar preparada”.

Ronda Rousey: Na verdade, se eu fosse lutar com a Ronda, eu gostaria que ela viesse de vitória. Quero lutar com a Ronda que achava que era invencível e não agora que já ganharam dela. Eu gostaria que ela fizesse umas lutas, ganhasse e ficasse forte novamente, na mente dela. Ela não precisa [voltar a lutar]. Se ela gostasse de lutar, ela não teria parado por causa de uma derrota. Quem é lutador sabe que a derrota um dia vem. A minha primeira luta eu perdi, mas falei: ‘é isso que eu gosto, é isso que eu vou fazer’. Se você gosta de lutar e é isso que você gosta de fazer, a derrota não vai te parar. Ela vai te dar mais motivação para você querer vencer”.

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